Exposição A arte Seqüencial


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 10/12/2008 | 10:19 am


Abertura da exposição A arte Seqüencial no traço dos artistas do RN

O SEBRAE-RN, a Garagem Hermética Quadrinhos, a Red Bug e a Velvet Discos convidam todos para a abertura da exposição A arte seqüencial no traço dos artistas do RN, dia 08/12, às 17:00, no Espaço Agência Cultural SEBRAE, na Alameda de Serviços do Natal Shopping.

A exposição permanecerá aberta ao público até o dia 21/12, no horário das 10:00 às 22:00 horas.

A exposição A arte seqüencial no traço dos artistas do RN vem mostrar à sociedade potiguar as muitas etapas da produção de uma HQ, desde o argumento (premissa ou idéia geral da história), passando pelo roteiro, pelos esboços dos personagens, o lápis/desenho e a arte-final e, em alguns casos, a colorização. Inteirando-se do processo, o público que visitar a exposição entenderá que fazer histórias em quadrinhos é uma arte, e uma arte complexa, haja vista a necessidade do acúmulo de uma porção de saberes, como: literatura, história, geografia, arquitetura, anatomia, perspectiva, luz e sombra, leis da física, dramaturgia, psicologia, moda, entre outros. Os artistas que estão com trabalhos expostos já atuam na área desde meados da década de 1980 e 1990, tanto produzindo quanto lecionando. Procuramos trazer ao público trabalhos diversos dos artistas potiguares ou que residem aqui há mais de dois anos, nas mais variadas técnicas e estilos, mesclando tirinhas, posters/pin-ups e HQs já publicadas junto com as ainda inéditas.

Os artistas que estão expondo são: Wendell Cavalcanti, Wanderline Freitas, Wolclenes Freitas, Gabriel Actraiser, Victor Negreiro, Carlos Alberto, Lula Borges, Tati Viana, Giovana Leandro, José Veríssimo e Joseniz Guimarães.

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ESPECIAL: Pink Floyd e The Piper At The Gates Of Dawn


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 10/12/2008 | 9:46 am


Pink Floyd e The Piper At The Gates Of Dawn


Q Psychedelia Special

Texto: Mark Paytress
Tradução: Rodrigo Hammer

EU BEM QUE PODERIA JURAR: THE PIPER AT THE GATES OF DAWN, DO PINK FLOYD, ERA UM ÁLBUM PSICODÉLICO, MAS O NA ÉPOCA BAIXISTA DO GRUPO, ROGER WATERS, NÃO CONCORDAVA. COM SEU PECULIAR JEITO EXCÊNTRICO, AFIRMOU, “MUITO BOM TAMBÉM, MAS DE MODO ALGUM PSICODÉLICO”.

É o tipo da reação esperada do eterno “Pink Provocateur”, que contudo ouve atentamente quando eu logo exijo as provas. Por exemplo, sobre aquelas extensas jams de Rock viajante que interpretavam a consciência alterada pelo ácido. As faixas curtas, tipo contos-de-fadas, se encaixavam perfeitamente à rejeição dos hippies pelo mundo adulto. O título. A capa com o efeito kaleidoscópico. Aquelas camisas estilo Carnaby Street. Acima de tudo, o sentimento de que Piper… lutava para ser, na busca por uma palavra mais adequada, diferente.

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9 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ROCK ´N´ROLL E DROGAS


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 20/11/2008 | 6:44 pm


Neil Young

 1 – Quando uma loja de conveniência entrou em greve, significou que não havia mais jeito de comprar cerveja em Aberdeen, cidade de natal de Kurt Cobain, em Washington. Com isso, o vocalista do Nirvana decidiu começar a tomar LSD para compensar a escassez de álcool.

 
2 - O que Jay-Z, Bez (dançarino do Happy Mondays) e Dave Mustaine (Megadeth) tem em comum? Todos dizem ter vendido drogas para sobreviver.

 
3 – O guitarrista do Television, Richard Lloyd, foi hospitalizado em 1978 por causa de um abscesso originado por injeções de heroína. Ele aproveitou o tempo vantajosamente, vendendo maconha para os pacientes.

 
4 - “Era terrível – cheirava a cabelo queimado e lhe deixa com uma dor de cabeça muito forte” - Marilyn Manson lamentando sua tentativa de ficar alto fumando lascas de ossos humanos.

 
5 – Johnny Cash foi preso em El Paso, em 1965, por tentar contrabandear anfetaminas pelo país. A polícia encontrou centenas de pílulas de speed escondidas no case de sua guitarra.

 
6 – “Fiquei vomitando por uma hora… estava circulando a terra???? fora de controle, o horror nunca acabava.” – Andrew Loog Oldham revelando porque o STP (alucinógeno dos anos 60) nunca fez sucesso.

 
7 – Em 1986, Stevie Nicks do Fleetwood Mac foi medicada com uma série de tranqüilizantes para ajudar a combater seu vício em cocaína. Infelizmente, os tranqüilizantes eram tão fortes que ela passou mais oito anos viciada nos remédios ao invés da cocaína.

 
8 – O diretor Martin Scorsese gastou alguns milhares de dólares para apagar um amontoado de cocaína, do tamanho de um M&M, que pendia do nariz de Neil Young, durante sua apresentação em “The Waltz”, documentário de 1976 sobre o concerto final do The Band.

 

9 -  Codeine, ethinamate, methaquolone, valium, barbiturates, chlorpheniramine and meperidine: apenas algumas das legais e ilegais substâncias encontradas no corpo de Elvis Presley não ocasião de sua morte, em 1977.

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ESPECIAL BIG STAR


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 14/11/2008 | 10:13 am


 Big Star

 

 Eles poderiam ter sido superstars do Rock, mas drogas, brigas internas e uma tragédia particular, fizeram com que o Big Star apenas se acomodasse à situação de maior banda cult de todos os tempos.

 

  Texto: Rob Jovanovic

Perfil: William Eggleston

Tradução: Rodrigo Hammer

 

  É outono de 1974, e Alex Chilton, com apenas 23 anos de idade, acaba de detonar o Ardent Studios durante as gravações iniciais para o lendário e sofrido terceiro álbum. Socara uma porta com painel de vidro. A toalha e a mesa de mixagem encharcadas de sangue, são testemunhos da frustração reinante.

 

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CURIOSIDADES NO MUNDO DO ROCK


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 10/11/2008 | 11:50 am


 

Paul McCartney compôs 1966 a canção “Woman” para a dupla Peter and Gordon, porém sob o pseudônimo de Bernard Webb, Macca fez isso porque queria comprovar que suas canções faziam sucesso pela qualidade e não por sua fama.

 

David Crosby havia composto uma canção chamada “Triad” para o disco “Notorius Byrd Brothers”, que tratava de um ménage a trois. Os demais membros do The Byrds não queriam a canção no LP e não a incluíram no mesmo, sendo substituída por “Goin’ Back”. Isso foi à gota d´água e Crosby deixou a banda. Posteriormente o Jefferson Airplane gravou a música e incluiu em seu álbum “Crown of the Creation”.

 

A canção do The Byrds “Eight Miles High” iria se chamar inicialmente de “Six Miles High”, mas Gene Clark decidiu colocar “Eight” por dois motivos: o primeiro é que para ele soava melhor e o outro foi a influência de “Eight Days a Week” dos Beatles.

 

A canção “Proud Mary” do Creedence Clearwater Revival foi considerada por Bob Dylan como a melhor canção de 1969.

 

Janis Joplin teve uma noite íntima com o cantor, compositor e poeta canadense Leonard Cohen. Mais tarde ele dedicaria uma canção a ela, referindo-se aquela noite. A canção é “Chelsea  Hotel”.

 

Eric Clapton não escreveu “Layla” para Janis Joplin e sim para a então esposa de George Harrison, Patty com que Clapton mantinha um caso.

 

Eric Clapton é quem faz o solo de “While My Guitar Gently Weeps”, presente no Álbum Branco dos Beatles.

 

Os Monkees foram o primeiro grupo a usar o sintetizador moog em uma música. A canção era “Daily Nightly” e apareceu no clássico álbum “Pisces Aquarius Capricorn and Jones Ltd.”

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LO QUE SEA #4: TRAZENDO O SEXY DE VOLTA, AGORA EM AMPLO ESPAÇO.


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 07/11/2008 | 10:01 am


 

Nesse sábado, dia 08 de novembro, os 5 integrantes do Coletivo Lo Que Sea mostrarão o melhor em programação de música alheia em 6 horas de discotecagem, que irão prencher o vácuo sonoro do Galpão 29 (rua Chile, Ribeira) a partir das 23h. A mudança de local foi provocada pelo overbooking de mais de 300 pessoas num espaço onde só cabiam 150. Agora, você e sua falta de vergonha poderão sacudir vossos figurinos respirando normalmente. Para os que chegarem cedo, brindes!: Revista Coquetel Molotov n° 5 e Jello-shots, para você testar sua capacidade de convergência lendo, bebendo e dançando ao mesmo tempo. A W.C. Sessions também volta a decorar o banheiro, fazendo do espaço um cenário bucólico para a sua foto de recordação. Encerrando, uma hora de discotecagem com músicas escolhidas pelos membros da comunidade no Orkut. Rock, indie, post-punk, funky e mais uma infinidade de estilos derivados serão executados para o bem do seu ouvido e da sua paciência.

 

Blog: coletivoloquesea.blospot.com
Flickr:
http://www.flickr.com/photos/festaloquesea

 

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CURIOSIDADES: CANÇÕES SOBRE GROUPIES


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 07/11/2008 | 9:46 am


Cynthia Plaster Caster

 

Algumas canções escritas em homenagem ou referência as groupies:

 

 

“Leopard Skin Pill Box-Hat” - Bob Dylan
“Star collector” - The Monkes
“Ruby Tuesday” - The Rolling Stones
“Star Star” - The Rolling Stones
“Norwegian Wood” - The Beatles
“Dolly Dagger” - Jimi Hendrix
“Famous groupies” Paul McCartney
Algumas canções que falam como as drogas são boas:
“Bong” – Cypress Hill
“Golden Brown” – The Stranglers
“Sweet Leaf” – Black Sabbath
“Ebeneezer Good” – The Shamen
“Cocaine In My Brain” Dillinger

 

 

Segundo a definição do site  Wikipédia, o termo Groupie significa Fã ou Tiete’, no mundo da música. “…Groupies são bem famosas. Não se sabe ao certo quando as groupies surgiram, mas ganharam fama entre as décadas de 60 e 70, principalmente no mundo do Rock, por serem fanáticas por seus ídolos, ao ponto de fazerem sexo com eles (afinal, essa é uma das características mais famosa da groupie)”.

 

 

Cynthia Plaster Caster (foto acima) ficou famosa nas décadas de 60 e 70 não só pelo fato de ter assumido que é uma groupie, mas também por ter feito vários moldes com gesso de pênis de Rock Stars famosos, tais como Jimi Hendrix entre outros.

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CURIOSIDADES: NOMES DE BANDAS


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 05/11/2008 | 8:33 pm


 

 

 

JOY DIVISION: O nome Joy Division foi inspirado em uma novela sobre os campos de concentração nazista, intitulada de The House of Dolls, de autoria de Karol Cetinsky. A “Divisão da Alegria” era a seção onde as mulheres prisioneiras eram forçadas a servir de prostitutas aos oficiais nazistas. A origem do nome da banda gerou muita polêmica durante certo período, onde se questionava se os membros do Joy Division eram simpatizantes do nazismo.

 

THE SMITHS: Smith era um sobrenome tão comum No Reino Unido, como Silva ou Souza, por exemplo, é por aqui. A idéia de Morrisey e Johnny Marr, pelo que tudo indica, era mostrar que eles não eram grandes estrelas, e sim, gente comum, que sofriam com os problemas cotidianos, como qualquer outra pessoa, assim como mostravam suas letras.

 

BELLE AND SEBASTIAN: O nome vem de uma novela francesa de autoria de Cécile Aubry, cujos protagonistas são um menino (Sebastian), e seu cão São Bernardo (Belle).

 

REM: É um termo que se usa para designar uma determinada fase do sono, chamado de “Rapid Eyes Movement” (Movimento Rápido dos Olhos). Geralmente a fase em que sonhamos.

 

ABBA: São as iniciais dos quatro membros do grupo sueco: Agnetha, Benny, Björn e Anni-Frid (Frida).  Coincidentemente uma empresa sueca de pescado enlatado também tinha esse nome, porém, isso não gerou nenhum problema.

 

BAUHAUS: Inspirado na escola alemã de desenho fundada em 1919, cujo objetivo era integrar a arquitetura, as belas artes e a tecnologia.  

 

BLIND MELON: Literalmente, “Melão Cego”. Era assim que o pai do vocalista Shannon Hoon chamava os seus vizinhos, os quais não estavam interessados em nada do que se passava além de suas casas.

 

BLONDIE: Inspirado em um quadrinho que saía nos jornais norte americanos, chamado “Blondie and Dagwood”, que tratava de uma forma bem humorada, do relacionamento entre uma loira e seu marido. O fato de Debbie Harry ser loira, certamente foi tão fundamental quanto.

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CLÁSSICOS DO HARD ROCK: DUST (1971)


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 04/11/2008 | 9:04 am


Dust – Dust (1971)

 

O LP de estréia do Dust -  trio nova iorquino liderado pelo guitarrista e vocalista Richie Wise e pelo baixista Kenny Aaronson. - é a prova de que os anos 70 foram realmente a época de ouro do bom e velho rock´n´roll e é também a triste constatação de que muitas bandas excelentes foram injustiçadas e passaram despercebidas no período. Bem produzido e com excelentes canções como “Love Me Hard”, “Stone Woman” e “Chasin´Ladies”, Dust é uma pérola a ser descoberta.

 

Curiosidade: após o fim da banda, o baterista Marc Bell viria a integrar aos Ramones, e se tornar mais conhecido como Marky Ramone.

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NICK DRAKE: PINK MOON


Autor: Marcelo Morais

Publicado em 02/11/2008 | 1:24 pm


 

 

Sou um empolgado com um Youtube. De que outra forma veríamos o comercial da Volkswagen que fez com que Nick Drake fosse “redescoberto” por uma nova geração?

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Velvet Discos

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